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Memórias da primeira turma do curso de Jornalismo da FAI...

“Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes. Quantas juras foram feitas em bares a amigos, bêbados e trôpegos? Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.” (Fabrício Carpinejar)

por Daniel Torres de Albuquerque




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Primeira turma do curso de Jornalismo das então Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI), hoje Centro Universitário de Adamantina (UniFAI)
Foto de Arquivo Pessoal

Neste mês de julho, ainda, no dia 23, recebi uma mensagem via WhatsApp do Cláudio José registrando que se tratava de uma data mais do que especial, ou seja, 20 anos do início do curso de Jornalismo na FAI/UniFAI e 16 anos da diplomação da primeira turma.

Assim, fui desafiado para escrever um artigo, porém, escrevi dizendo que talvez a melhor opção fosse uma crônica, tendo em vista que nesta área tudo pode ser em meio aos desencontros entre aquele outro tempo com este tempo novo tempo.

Portanto, entendo que a melhor escolha é divagar sobre aqueles(as) que concluíram o curso de Jornalismo, porém, cada qual com suas escolhas naqueles quatro anos no Câmpus I da FAI/UniFAI.

Até onde estou lembrando aqui com os meus botões, se bem que, só uso e abuso das minhas camisetas, mesmo assim, vamos tentar recordar este ou aquele detalhe da turma, bem como, das manias individuais dos(as) mesmos(as).

Por exemplo, a Raquelzinha que estava sempre quietinha no canto da sala e ficava só observando o cenário, se bem que a sua amiga Adriana quase nunca deixava ela sossegada.

No outro lado, estava sempre a Hevellin com aquele olhar atento à movimentação dos(as) colegas, todavia, não perdia nada do que o(a) professor(a) estava comentando sobre tudo e todos(as) ao mesmo tempo e ponto quase final.

Quanto aos rapazes, se bem que eram todos com experiência profissional na área do Jornalismo nas suas províncias, portanto, estavam em uma idade bem acima do normal para universitários e assim por diante.

O ponto de partida será pelo Ricardo Bispo, pois ele estava sempre do seu lado e ficava sempre cochichando isto ou aquilo com a Hevellin, porém, quase nunca era possível saber o que tanto conversavam nas aulas.

Tenho quase certeza que era sobre a metodologia deste(a) ou daquele(a) professor(a), bem como, sobre os(as) colegas que estavam na sala naqueles momentos tão sublimes.

No caso do Sérgio Vanderlei, pode-se registrar que estava sempre em conexão com suas atividades externas, haja vista que naquele tempo era assessor de imprensa do Poder Público.

Não tem como deixar de lado outra figurinha mais do que carimbada desta turma, ou seja, do Maurício, este ficou famoso por receber o apelido carinhoso de uma professora que carrega até os dias de hoje quando o seu nome é ventilado entre aqueles(as) que o conheceram.

Ah! Sim, qual seria este apelido, bom, cada leitor(a) vai tirar a sua conclusão, mas ficou conhecido como o famoso “171” do Jornalismo.

De todos(as), com certeza, o Cláudio José era aquele que estava sempre na condição de observador de tudo à sua volta, bem como, da turma para muitas considerações sobre este ou aquele tema ou fatos que estavam ocorrendo em nível “regiocal”, a saber: do regional para o local.

neste pacote um tanto quanto inusitado, tendo em vista que a diferença de idade entre homens e mulheres, não se pode esquecer do Giuliano Panvéchio, este que apareceu como advogado e acabou se envolvendo nas mediações patrocinadas pelas Teorias do Jornalismo.

Acredito que poderia continuar escrevendo ou divagando sobre esta primeira turma mais do que especial do curso de Jornalismo da FAI/UniFAI, entretanto, depois de duas décadas, a memória está um tanto quanto comprometida e a melhor escolha é finalizar por aqui mesmo.

O registro está aqui, conforme o prometido para o Cláudio José, portanto, espero ter cumprido parcialmente a missão quanto ao texto por meio das palavras e das vagas recordações que permaneceram neste tempo do tempo sem o tempo.

Só mesmo quem esteve neste cenário pode saber o que foram aqueles anos do curso de Jornalismo da FAI/UniFAI.

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