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"Na busca de meu sonho, cursar Direito na UniFAI foi fundamental", diz ex-aluno que hoje é juiz no TJ-RJ

Floridense Márcio Roberto da Costa concluiu o curso em 2007 e ascendeu à magistratura fluminense em 2014; ele parabeniza o curso de Direito da UniFAI pelos seus 25 anos

por Daniel Torres de Albuquerque - Colaborou: Prof. Esp. Luiz Antonio Mota




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Márcio Roberto da Costa concluiu o curso de Direito na UniFAI em 2007 e ascendeu à magistratura fluminense em 2014; na foto, ao lado da esposa Alessandra Corveloni durante posse do cargo no TJ-RJ
Foto de Arquivo Pessoal

"A magistratura, ser juiz de Direito, sempre foi um sonho, sonho esse difícil de ser alçando por alguém com poucos recursos, residindo em uma pequena cidade do interior do Estado, impossível segundo alguns, todavia sempre acreditei". O sonho de Márcio Roberto da Costa, natural de Flórida Paulista, foi alcançado em dezembro de 2014, sete anos após a conclusão do curso de graduação.

Essa é mais uma das realizações que fazem parte dos 25 anos de história do curso de Direito do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI), celebrados em 2020.

A implantação do curso em meados da década de 1990 contribuiu para com o sonho de muitos adamantinenses e moradores de municípios vizinhos e transformou caminhos e carreiras em histórias de sucesso.

O floridense Márcio Roberto da Costa, por exemplo, ingressou na graduação em Direito das então Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI), hoje UniFAI, em 2002. Por motivos pessoais ele precisou suspender o curso em meados de 2003 e retornou em junho de 2004, concluindo em dezembro de 2007. "Uma excelente turma. Vários colegas são hoje excelentes profissionais em suas respectivas áreas de atuação, dentre eles, vários aprovados em concursos públicos, renomados advogados e professores universitários", declarou, ao revelar que no decorrer do curso exercia o cargo de agente penitenciário na unidade prisional de Pacaembu, com residência em Flórida Paulista.

Para ele, o curso de Direito da UniFAI foi essencial para a sua realização profissional. "Na busca de meu sonho, cursar Direito na UniFAI foi fundamental, essencial. Sem ela [UniFAI] não sei se teria conseguido, uma vez que precisava trabalhar para custear os estudos e a proximidade da universidade [em relação à] minha residência e trabalho possibilitou a conclusão do curso, sem contar a excelência do ensino disponibilizado, que sempre levei a sério e ciente da necessidade de comprometimento e muita disciplina", salientou Costa.

O tempo em sala de aula e a proximidade com os professores ajudaram a moldar o profissional que Márcio Costa se tornaria ao final do curso. "No que concerne ao corpo docente da UniFAI, todos os professores [são] excepcionais, todavia destaco alguns que passaram ensinamentos e valores que foram e são essenciais na [minha] trajetória, dentre eles, Fernanda Butarelo, Marcelo Moura, Sidnei Azídio e Maria Cristina Dias, cuja frase dita no primeiro ano do curso nunca esqueci: 'terão que estudar o resto da vida'", emendou.

Ao concluir o curso, em dezembro de 2007, Costa foi contemplado com a nomeação para o cargo de técnico judiciário junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul (TRE-MS), lotado em Brasilândia (MS). Em 2009, foi nomeado para analista judiciário no mesmo tribunal, atuando em Mundo Novo (MS), onde permaneceu até a aprovação para a magistratura fluminense em dezembro de 2014.

"O exercício da magistratura é um tanto desafiadora em razão do volume de demandas gerada em um país como o Brasil, onde são garantidos legalmente tantos direitos, por exemplo segurança e saúde, e efetivamente não são disponibilizados à população de forma efetiva. Da mesma forma, a atuação do juiz de Direito, servidor público que é, se mostra muito gratificante na medida em que por trás de cada processo há vida, folhas de papel ou arquivos eletrônicos merecem a devida atenção eis que são pessoas que buscam a tutela jurisdicional célere e efetiva. Gera muita satisfação pessoal, de alguma forma, melhorar a vida das pessoas e atuar em prol da sociedade", complementou o magistrado.

Vida pessoal

Márcio Roberto da Costa afirmou ter escolhido a UniFAI em razão da proximidade com Flórida Paulista, onde sempre residiu com os pais, Antônio e Luzia. "Pessoas humildes, [sendo] ele servidor público municipal, pintor, e ela diarista, responsáveis por valores a mim passados que carrego por toda minha vida", disse.

Durante o curso, Márcio se casou com Alessandra Corveloni que, segundo ele, sempre o incentivou nos estudos e se tornou "fonte de inspiração para cada dia da jornada". O casal tem duas filhas: Júlia e Vitória.

Atualmente ele é magistrado no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), residente na cidade de Campos dos Goytacazes (RJ).

"Parabenizo a todos os alunos, professores e dirigentes da UniFAI pelos 25 anos de instalação do curso jurídico, instrumento de realização de sonhos. Continuem a sua missão, que vem realizando com louvor", completou.

Confira abaixo a íntegra do depoimento do ex-aluno Márcio Roberto da Costa à equipe do Departamento de Comunicação da UniFAI:

"Meu nome é Márcio Roberto da Costa, natural de Flórida Paulista, magistrado no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, residente na cidade de Campos dos Goytacazes.

Ingressei no Curso de Direito da antiga FAI, hoje UniFAI, em 2002, tive que suspender o curso por motivos pessoais em meados de 2003 e retornei em junho de 2004, concluindo em dezembro de 2007, em uma excelente turma, onde vários colegas são hoje excelentes profissionais em suas respectivas áreas de atuação, dentre eles vários aprovados em concursos públicos, renomados advogados e professores universitários.

Ingressei na UniFAI em razão proximidade com minha cidade querida, Flórida Paulista, onde sempre residi com meus pais, Antônio e Luzia, pessoas humildes, ele servidor público municipal, pintor, ela diarista, responsáveis por valores a mim passados que carrego por toda minha vida.

Durante o curso me casei, com ela, que sempre me incentivou nos estudos e fonte de inspiração para cada dia da jornada, Alessandra Corveloni, minha esposa e mãe das minhas duas filhas, Júlia e Vitória.

No decorrer do curso de Direito exercia o cargo de Agente Penitenciário na unidade de Pacaembu, residindo em Flórida Paulista.

Ao concluir o curso, em dezembro de 2007, foi contemplado com a nomeação para o cargo de Técnico Judiciário junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, lotado em Brasilândia, em 2009 foi nomeado para Analista Judiciário no mesmo Tribunal, atuando em Mundo Novo, onde permaneci até a aprovação para a Magistratura Fluminense em dezembro de 2014.

A Magistratura, ser Juiz de Direito, sempre foi um sonho, sonho esse difícil de ser alçando por alguém com poucos recursos, residindo em uma pequena cidade do interior do Estado, impossível segundo alguns, todavia sempre acreditei.

Na busca de meu sonho, cursar Direito na UniFAI foi fundamental, essencial, sem ela não sei se teria conseguido, vez que precisava trabalhar para custear os estudos, e a proximidade da Universidade da minha residência e trabalho possibilitou a conclusão do curso de Direito, sem contar a excelência do ensino disponibilizado, que sempre levei a sério e ciente da necessidade de comprometimento e muita disciplina.

No que concerne ao corpo docente da UniFAI, todos professores excepcionais, todavia, destaco alguns que passaram ensinamentos e valores que foram e são essenciais na trajetória, dentre eles, Fernanda Butarello, Marcelo Moura, Sidnei Azídio e Maria Cristina Dias, cuja frase dita no primeiro ano do curso nunca esqueci: “terão que estudar o resto da vida”.

O exercício da magistratura é um tanto desafiadora em razão do volume de demandas gerada em um país como o Brasil, onde são garantidos legalmente tantos direitos, por exemplo segurança e saúde, e efetivamente não são disponibilizados à população de forma efetiva.

Da mesma forma, a atuação do Juiz de Direito, servidor público que é, se mostra muito gratificante na medida em que por trás de cada processo há vida, folhas de papel ou arquivos eletrônicos merecem a devida atenção eis que são pessoas que buscam a tutela jurisdicional célere e efetiva, gera muita satisfação pessoal de alguma forma melhorar a vida das pessoas e atuar em prol da sociedade.

Parabenizo todos os alunos, professores e dirigentes da UniFAI pelos 25 anos de instalação do curso jurídico, instrumento de realização de sonhos, continuem a sua missão que vem realizando com louvor".

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