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Advogada formada pela UniFAI publica artigo digital sobre TCC que aborda a Justiça Restaurativa

A publicação está disponível no site da Atena Editora

por Daniel Torres de Albuquerque




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A advogada Bruna Lima Levon, formada pela UniFAI, publicou artigo digital sobre TCC que aborda a Justiça Restaurativa; publicação está disponível no site da Atena Editora
Foto de Arquivo Pessoal

A advogada Bruna Lima Levon, graduada pelo Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) em 2019 (XX Turma do curso de Direito), publicou o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em formato de livro digital. O título do trabalho é “Justiça Restaurativa: um novo olhar para a vítima.”

A publicação na área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas foi realizada pela Atena Editora e compõe a obra “A (não) efetividade das ciências jurídicas no Brasil”.

Durante a graduação, Bruna participou do Grupo de Estudos sobre Justiça Restaurativa, que compõe as atividades extensionistas do curso de Direito, ligadas ao Núcleo de Cidadania e Ação Social – UniFAI Cidadã, coordenado pela Prof.ª Dra. Fernanda Stefani Butarelo. O Grupo de Estudos de Justiça Restaurativa também conta com a participação do doutor Carlos Gustavo Urquiza Scarazzato, juiz da 2ª Vara, da Vara da Infância e da Juventude de Adamantina e membro do Núcleo de Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

“Conheci a Justiça Restaurativa através dos encontros do Grupo de Estudos que eram realizados aos sábados na UniFAI. Iniciei no grupo em 2017, por pura curiosidade, pois não tinha ideia do que se tratava e, quando entendi um pouco sobre o que é a Justiça Restaurativa, percebi o quão se encaixava nos valores e princípios que priorizo. De fato, aqueles que veem a Justiça Restaurativa de maneira superficial não conseguem compreender a dimensão de suas ações”, contou Bruna.

O enfoque na vítima a instigou tanto que, com o incentivo da Prof.ª Fernanda, o assunto se tornou o tema do seu TCC. “Acho importante compartilhar um pouco dos princípios e valores que regem a Justiça Restaurativa para aqueles que ainda não a conhecem, para desmistificar a ideia de que se trata de uma justiça de impunidade. Por isso aceitei publicar o artigo, que para mim foi uma surpresa”, destacou.

A Prof.ª Dra. Fernanda Butarelo, que também foi orientadora da monografia de Bruna, registrou que as atividades de extensão do curso de Direito foram iniciadas em 2016, quando foi criado o Núcleo UniFAI Cidadã, sendo que, dentre as atividades propostas, há os Grupos de Estudos que, segundo ela, têm contribuído para a formação integral e humanística dos alunos, com notória produtividade acadêmica.

“A Bruna sempre foi uma aluna atuante na graduação, participou ativamente do Grupo de Estudos de Justiça Restaurativa e fez um excelente Trabalho de Curso sobre o tema. Estamos muito felizes com o resultado que certamente servirá de exemplo para outros alunos buscarem a pesquisa e se comprometerem com causas importantes para a humanidade e para a convivência pacífica”, comentou a professora.

“Não posso deixar de agradecer à professora Fernanda pelo incentivo à pesquisa e ao doutor Carlos que, voluntariamente, disponibiliza algumas manhãs de sábado para passar seu conhecimento no Grupo de Estudos. O estudo mudou minha forma de enxergar certas situações, inclusive em âmbito profissional, e me ajuda a compreender o quanto a responsabilização é importante em nossa sociedade para que possamos evoluir”, finalizou Bruna.

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